Dermatologia
Infantil.

Cuidado especializado da pele em bebês, crianças e adolescentes

A pele de uma criança não é uma versão pequena da pele adulta. Ela é mais fina, mais sensível, com mecanismos de defesa ainda em formação — e exige um olhar clínico que compreenda essas diferenças. A Dra. Tatiane Martins atende crianças em todas as fases do crescimento, do recém-nascido ao adolescente, com a mesma atenção, precisão diagnóstica e escuta que marcam sua prática clínica.

Condições tratadas

Principais diagnósticos em
dermatologia pediátrica.

Da irritação na fralda ao eczema recorrente, da verruga ao hemangioma, a Dra. Tatiane Martins diagnostica e trata as condições dermatológicas mais frequentes na infância e adolescência com precisão e cuidado individualizado.

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Dermatite Atópica

Eczema inflamatório crônico com coceira intensa, ressecamento e surtos recorrentes. A condição de pele mais comum em crianças, com excelente controle possível com o tratamento certo.

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Dermatite de Contato

Reações alérgicas ou irritativas ao contato com substâncias — sabonetes, tecidos sintéticos, metais, cosméticos e conservantes. Frequente e muitas vezes sub-diagnosticada na infância.

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Verruga Vulgar

Lesões causadas pelo HPV que surgem principalmente nas mãos, pés e joelhos de crianças e adolescentes. O tratamento evita a propagação local e para outras pessoas.

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Molusco Contagioso

Lesões papulosas causadas por vírus, transmitidas por contato direto. Frequente entre 2 e 10 anos. Pode se multiplicar rapidamente — o tratamento oportuno limita a progressão.

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Hemangioma

Tumor vascular benigno que surge nos primeiros dias de vida e cresce rapidamente nos primeiros meses. A maioria regride com o tempo, mas o acompanhamento próximo é fundamental para avaliar a necessidade de intervenção.

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Urticária

Reação alérgica com manchas avermelhadas elevadas, coceira intensa e surgimento súbito. Pode ser aguda, geralmente associada a infecções ou alérgenos, ou crônica — cada forma exige manejo específico.

Esta lista representa as condições mais frequentes na consulta pediátrica dermatológica. Outras alterações de pele em bebês, crianças e adolescentes também são avaliadas. A consulta é sempre o ponto de partida para qualquer diagnóstico.

Prevenção começa cedo

A proteção solar
que a infância precisa.

A exposição solar cumulativa ao longo da vida tem início muito antes da fase adulta. Hábitos de fotoproteção formados na infância constroem uma barreira duradoura contra os danos que só aparecem décadas depois — manchas, envelhecimento precoce e, nos casos mais graves, câncer de pele.

01

Pele infantil, proteção prioritária

A pele de bebês e crianças pequenas tem camada de melanina menos desenvolvida e menor espessura cutânea — o que a torna mais vulnerável à radiação UV do que a pele adulta. A proteção deve começar cedo.

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Danos acumulados que aparecem depois

Os efeitos da radiação ultravioleta são cumulativos e progressivos, podendo aumentar o risco de melanoma e outros cânceres de pele na vida adulta.

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Filtro solar seguro para cada fase

Antes dos 6 meses: sombra, roupas e chapéus com proteção UV. A partir dos 6 meses: filtros solares minerais com óxido de zinco ou dióxido de titânio, FPS 30 ou superior..

Sinais de atenção

Quando levar o filho
ao dermatologista?

A dúvida dos pais, na maioria das vezes, já é motivo suficiente para uma consulta — especialmente quando os sinais são persistentes ou se repetem com frequência.

Agendar avaliação

Manchas, lesões ou marcas desde o nascimento

Manchas merecem avaliação precoce para determinar conduta, monitoramento ou tratamento adequado.

Coceira intensa e persistente

Coceira que interfere no sono, na escola e nas atividades diárias da criança pode indicar alguma condição que precisa de tratamento.

Bolinhas que se multiplicam ou não desaparecem

Molusco contagioso, verrugas e outras lesões virais tendem a se disseminar quando não tratadas. O diagnóstico diferencial é necessário antes de qualquer tentativa de tratamento em casa.

Pele muito ressecada, descamativa ou áspera

Ressecamento intenso que não melhora com hidratante pode ser o primeiro sinal de dermatite atópica, ictiose ou outras condições que se beneficiam de um plano de cuidados específico.

Lesões que infectam, crustificam ou não cicatrizam

Feridas que demoram a cicatrizar, surgem com crostas mel-amareladas ou apresentam sinais de inflamação persistente precisam de avaliação para afastar impetigo ou outras infecções bacterianas.

Avaliação preventiva e rastreamento de pintas

Mesmo sem queixas específicas, uma consulta dermatológica antes da adolescência é indicada para rastrear nevos atípicos, iniciar orientação sobre fotoproteção e estabelecer uma linha de base para o futuro acompanhamento.

Dra. Tatiane Martins — Dermatologista, Lapa, São Paulo
A especialista

Dra. Tatiane
Martins

Com 20 anos de experiência em dermatologia clínica, a Dra. Tatiane Martins atende crianças e adolescentes e seu atendimento considera não apenas a condição da pele, mas todo contexto e oferece à família a orientação necessária para manter o resultado além do consultório.

Para os pais, ela explica o diagnóstico de maneira clara, acolhedora e prática — porque entender o que o filho tem é parte fundamental do tratamento.

Especialista pela SBD Sociedade Brasileira de Dermatologia
Especialista pela AMB Associação Médica Brasileira
Membro efetivo da SBD e SBCD Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica
17 anos de experiência clínica Dermatologia clínica, estética e cirúrgica · Lapa, São Paulo
CRM 126959/SP · RQE 53111 Registro profissional ativo · R. Clélia, 2208 — Lapa, SP
Dúvidas frequentes

Perguntas de pais
sobre a pele dos filhos.

As dúvidas mais comuns que chegam ao consultório — respondidas com clareza, precisão e base médica para ajudar os pais a tomar as melhores decisões sobre a saúde da pele dos seus filhos.

Fale com a Dra. Tatiane
Não existe idade mínima. Bebês recém-nascidos já podem necessitar de avaliação dermatológica — para manchas de nascença, hemangiomas, crosta láctea ou dermatite de fraldas persistente. A consulta pode ser agendada a qualquer momento em que os pais percebam alterações na pele da criança. Mesmo sem queixas específicas, uma avaliação preventiva antes da adolescência é recomendada para rastreamento de nevos e início de orientação sobre fotoproteção.
A dermatite atópica é uma condição crônica e recorrente, mas com excelente controle possível. A maioria das crianças apresenta melhora significativa com a idade — especialmente após os 5 a 7 anos. Com tratamento adequado, orientações de cuidado com a pele e identificação dos fatores desencadeantes, é possível manter a doença controlada e reduzir bastante a frequência e a intensidade das crises. O acompanhamento dermatológico é fundamental para ajustar o tratamento conforme a criança cresce e as necessidades mudam.
Verrugas são causadas pelo HPV e podem, em alguns casos, regredir espontaneamente ao longo de meses ou anos. No entanto, o tratamento é recomendado quando as lesões causam dor, são numerosas, estão em locais expostos ou continuam crescendo e se multiplicando. Sem tratamento, há risco de disseminação para outras áreas do corpo e transmissão para outras pessoas próximas. A abordagem é sempre avaliada individualmente, considerando a faixa etária da criança e o perfil das lesões.
Bebês com menos de 6 meses devem ser mantidos à sombra e protegidos com roupas, chapéus e tecidos com proteção UV — evitando a aplicação de filtro solar diretamente na pele. A partir dos 6 meses, filtros solares minerais (à base de óxido de zinco ou dióxido de titânio) com FPS 30 ou superior já podem ser usados com segurança. Em crianças maiores, o hábito de aplicar protetor solar diariamente deve ser incorporado à rotina — protegendo não apenas os momentos de lazer, mas os deslocamentos cotidianos e a exposição acidental.
Manchas brancas (hipopigmentadas) na pele de crianças podem ter várias causas: pitiríase alba (a mais comum, associada a pele seca e exposição solar), vitiligo, pitiríase versicolor ou outras condições. A avaliação dermatológica com dermatoscópio é essencial para diferenciar as causas, pois o tratamento varia completamente dependendo do diagnóstico. Não é recomendado aguardar — especialmente se as manchas estão se expandindo, multiplicando ou gerando dúvida sobre sua natureza.